
Com as estrelas que deixei cair
de minhas asas de borboleta-transparente,
pedi à minha fada-madrinha
que bordasse, com linhas do infinito,
uma noite somente para meu amor.
E com as flores que deixei cair
De minhas folhas de violeta amadurecida,
Pedi ao meu anjo-da-guarda
Que bordasse, com linhas de eternidade,
Um céu branco e lilás
para ser o dia da noite do meu amor.
(Oswaldo Antônio Begiato)
Simone:
ResponderExcluirVenho lhe agradecer seu comentario
È para mim uma grande satesfação
Sou um apaixonado por pôesia.
Adoro estar aqui no seu espaço è fantastico
Grato pelo seu carinho e Amizade
Grande Abraço
Antònio Manuel
“O poeta é um fingidor.
ResponderExcluirFinge tão completamente
Que chega a fingir que é dor
A dor que deveras sente.
E os que lêem o que escreve,
Na dor lida sentem bem,
Não as duas que ele teve,
Mas só a que eles não têm.
E assim nas calhas de roda
Gira, a entreter a razão,
Esse comboio de corda
Que se chama coração.”
(Fernando Pessoa)
Desejo um lindo final de semana com muito amor e carinho.
Abraços
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